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Sindicato diz que Zema já não cumpre promessa de recomposição anual dos salários

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão sugeriu que a manutenção de um veto do Propag poderia prejudicar novas recomposições salariais

 

 

 

GOVERNO DE MINAS

Sindicato diz que Zema já não cumpre promessa de recomposição anual dos salários

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão sugeriu que a manutenção de um veto do Propag poderia prejudicar novas recomposições salariais

A sede do governo de Minas Gerais, Cidade Administrativa, no bairro Serra Verde

A sede do governo de Minas Gerais, Cidade Administrativa, no bairro Serra Verde

Foto: Alex de Jesus/O TEMPO

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Em resposta à declaração da secretária de Planejamento e Gestão do governo de Romeu Zema (Novo), Luísa Barreto (Novo), de que um dos vetos ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag) poderia prejudicar novas recomposições inflacionárias, o diretor político do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindipúblicos-MG) disse que a chefe da pasta “sempre trata o servidor público desse jeito, com desprezo”.

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GOVERNO DE MINAS

Sindicato diz que Zema já não cumpre promessa de recomposição anual dos salários

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão sugeriu que a manutenção de um veto do Propag poderia prejudicar novas recomposições salariais

Por Lucas Negrisoli

Publicado em 29 de janeiro de 2025 | 19:57

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A sede do governo de Minas Gerais, Cidade Administrativa, no bairro Serra Verde

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Em resposta à declaração da secretária de Planejamento e Gestão do governo de Romeu Zema (Novo), Luísa Barreto (Novo), de que um dos vetos ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag) poderia prejudicar novas recomposições inflacionárias, o diretor político do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindipúblicos-MG) disse que a chefe da pasta “sempre trata o servidor público desse jeito, com desprezo”.

 

 

O veto citado por Luísa é ao trecho que até então desobrigava os Estados a, em até oito meses, readequar o índice de despesas com pessoal dentro do teto imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Em 2024, Minas Gerais gastou 48,4% da receita corrente líquida com pessoal, próximo ao limite máximo, que é de 49%.

 

O argumento do governo é de que recomposições salariais aumentam o índice de despesas com pessoal. “Isso é dado. Se eu retornar – e estou muito próxima de retornar – e ficar lá acima (do teto de 49%) por mais de dois quadrimestres, infelizmente o Estado começa a sofrer sanções que são muito pesadas para o próprio Estado e para a população, porque elas implicarão em menos recursos para as pessoas na ponta”, disse Luísa em coletiva nesta quarta-feira (29 de janeiro).

 

“A Luísa sempre trata o servidor público desse jeito, com desprezo, com a mentalidade de que tudo é despesa. Uma das promessas de governo do Zema em 2022 foi de que todo ano seria dado o reajuste inflacionário e ele só deu dois até hoje. E justamente porque a Luísa e o secretário de Fazenda tem um tratamento muito ruim com os servidores. A insatisfação é generalizada. Se não mudarem, vão ter grandes inimigos nas eleições do ano que vem”, argumenta Geraldo.

 

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Sindicato diz que Zema já não cumpre promessa de recomposição anual dos salários

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão sugeriu que a manutenção de um veto do Propag poderia prejudicar novas recomposições salariais

Por Lucas Negrisoli

Publicado em 29 de janeiro de 2025 | 19:57

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Em resposta à declaração da secretária de Planejamento e Gestão do governo de Romeu Zema (Novo), Luísa Barreto (Novo), de que um dos vetos ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag) poderia prejudicar novas recomposições inflacionárias, o diretor político do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindipúblicos-MG) disse que a chefe da pasta “sempre trata o servidor público desse jeito, com desprezo”.

 

 

O veto citado por Luísa é ao trecho que até então desobrigava os Estados a, em até oito meses, readequar o índice de despesas com pessoal dentro do teto imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Em 2024, Minas Gerais gastou 48,4% da receita corrente líquida com pessoal, próximo ao limite máximo, que é de 49%.

 

O argumento do governo é de que recomposições salariais aumentam o índice de despesas com pessoal. “Isso é dado. Se eu retornar – e estou muito próxima de retornar – e ficar lá acima (do teto de 49%) por mais de dois quadrimestres, infelizmente o Estado começa a sofrer sanções que são muito pesadas para o próprio Estado e para a população, porque elas implicarão em menos recursos para as pessoas na ponta”, disse Luísa em coletiva nesta quarta-feira (29 de janeiro).

 

“A Luísa sempre trata o servidor público desse jeito, com desprezo, com a mentalidade de que tudo é despesa. Uma das promessas de governo do Zema em 2022 foi de que todo ano seria dado o reajuste inflacionário e ele só deu dois até hoje. E justamente porque a Luísa e o secretário de Fazenda tem um tratamento muito ruim com os servidores. A insatisfação é generalizada. Se não mudarem, vão ter grandes inimigos nas eleições do ano que vem”, argumenta Geraldo.

 

 

Apesar da discordância, Geraldo defende que os governadores de Estados endividados têm que “fazer o óbvio” que é tentar derrubar os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao programa. “Provavelmente esse projeto foi conversado com o Executivo (federal) e não se justifica vetar essas situações que foram vetadas. O Estado (de Minas) tem razão em reclamar do prejuízo, de R$ 5 bilhões. Mas o Propag é muito melhor do que o Regime de Recuperação Fiscal (RRF)”, completa o sindicalista.

 

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, foi procurada pela reportagem para comentar as falas do sindicato, mas não se posicionou até a publicação. O espaço continua aberto.

Fonte: otempo.com.br,

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