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Carlos Viana e Marcelo Aro lideram corrida para o Senado

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Levantamento realizado pelo Instituto F5 Atualiza Dados, divulgado com exclusividade pelo Estado de Minas, aponta o senador Carlos Viana na liderança

Levantamento realizado pelo Instituto F5 Atualiza Dados, divulgado com exclusividade pelo Estado de Minas, aponta o senador Carlos Viana (Podemos) na liderança da disputa pelo Senado, com 16% das intenções de voto. Em seguida aparece o secretário de Governo, Marcelo Aro (PP), com 10%.

Fonte: https://www.em.com.br/

CNJ aposenta Juiz de AL por abuso de autoridade e uso indevido de força policial

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O juiz alagoano Luciano Américo Galvão Filho, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), recebeu aposentadoria compulsória por conduta inadequada, na manhã desta terça-feira (9). A decisão foi unânime no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O Processo Administrativo Disciplinar (PAD) 0002599-96.2024.2.00.0000, que resultou no afastamento do magistrado, apurou denúncias de ameaças, agressões físicas e uso indevido de aparato policial em um conflito possessório que envolveu Luciano.

O PAD foi instaurado após uma reclamação apresentada à Corregedoria-Geral da Justiça de Alagoas por um advogado que relatou ter sido ameaçado pelo juiz durante um desentendimento sobre a instalação de uma cerca na passagem de um imóvel.

Há ainda relatos de agressões contra funcionários que trabalhavam no local, além de episódios de intimidação a particulares com apoio de policiais durante o expediente. Luciano negou todas as acusações e afirmou ter agido em legítima defesa, dentro de suas prerrogativas legais.

De acordo com o conselheiro Ulisses Rabaneda, que acompanhou o caso, as ações do juiz demonstram abuso de autoridade, uso indevido de força policial e comportamento incompatível com padrões mínimos éticos exigidos de um magistrado. Para ele, a sanção aplicada “preserva a credibilidade da Justiça e atende ao princípio da proporcionalidade”.

O CNJ encaminhará o acórdão da decisão à Advocacia Geral da União (AGU) e ao Ministério Público competente para eventual ingresso de ação penal ou por improbidade administrativa, podendo resultar em perda do cargo e do recebimento da aposentadoria pelo magistrado punido.

Fonte: Instagram

TJ-BA Afasta Juiz da Comarca de Teixeira de Freitas em processo administrativo disciplinar

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O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu, por unanimidade, instaurar um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) com afastamento de Leonardo Santos Vieira Coelho, juiz titular da 1ª Vara dos Feitos Relativos às Relações de Consumo, Cíveis, Comerciais e Registros Públicos da Comarca de Teixeira de Freitas. A medida foi aprovada em sessão plenária nesta sexta-feira 12, no âmbito da sindicância instaurada pela Corregedoria-Geral da Justiça da Bahia.

O PAD, que terá como relator o desembargador Paulo Alberto Nunes Chenaud, foi autuado após a Corregedoria apurar possíveis irregularidades funcionais atribuídas ao magistrado. Durante a sessão, a defesa de Coelho foi apresentada pelos advogados Fábio Periandro de Almeida Hirsch e Vanessa Rudolph Ferreira.

A sessão foi presidida pelo desembargador João Bosco de Oliveira Seixas e contou com a presença do procurador de Justiça Wanda Valbiraci Caldas Figueiredo. O desembargador Antônio Maron Agle Filho declarou-se impedido. A certidão de julgamento foi assinada digitalmente pelo secretário do órgão julgador e está disponível para consulta pública no portal da Corregedoria do TJ-BA.

Relator da dosimetria admite ‘gravidade da discrepância’ e promete solução.

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O relator do projeto para reduzir penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros réus condenados pelos ataques aos Três Poderes depois do resultado das eleições de 2022, senador Esperidião Amim (PP-SC), admitiu que “avalia a gravidade da discrepância” aprovada na Câmara pois ela beneficiaria até criminosos de corrupção ou delitos sexuais.

O que aconteceu

Trio de senadores analisa os problemas. Em entrevista ao UOL neste sábado (13), o senador oposicionista disse que o problema foi identificado na quinta-feira com a ajuda dos senadores Alessandro Vieira (MDB-SE), delegado de polícia e relator da CPI do Crime Organizado e do projeto antifacção, e Sérgio Moro (União), ex-juiz criminal. Os três têm conversado todos os dias, inclusive hoje.

Presidente da CCJ barrou texto. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar (PSD-BA), disse que não é possível votar a proposta sem a correção dos problemas no texto. Amin afirmou à reportagem que conversou com o colega hoje sobre isso. “O Otto prestou um grande serviço e fez uma avaliação técnica.”

Isso eu expliquei a ele: eu estou sintonizado com o senador Alessandro Vieira e Sergio Moro e com a consultoria do Senado para avaliar a gravidade da discrepância, digamos assim.Esperidião Amin, relator do PL da Dosimetria

Situação ficou complicada, avalia. O senador disse que o problema fica mais grave porque Vieira identificou a criação de novos tipos penais, o que atrapalharia o PL Antifacção, recém-aprovado pelo Senado e que será analisado pela Câmara. “Aí fica mais complicado, porque se o nosso texto [da dosimetria] vier a ser aprovado e transformado em lei, ele afetará e será afetado pelo texto do projeto das facções, que uma hora vai ser aprovado pela Câmara.”

Senador tenta solução até segunda-feira (15). Semana que vem é a última semana do Congresso antes do recesso. “A solução é um outro capítulo, entendeu? Você tem que diagnosticar o mal. O mal existe, o mal existe. Agora, qual é o conceito? Se é uma cirurgia plástica, ou se é o substitutivo, nós vamos saber disto segunda-feira.”

Projeto foi feito para aliviar pena de Bolsonaro. O chamado “PL da Dosimetria” foi costurado efetivamente na Câmara apenas quando o Supremo Tribunal Federal condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de cadeia por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Já havia vários apelos para uma anistia a militantes e políticos condenados por golpe de Estado. Mas o requerimento de urgência da proposta só foi aprovado em 17 de setembro, menos de uma semana depois da condenação do ex-presidente.

Ideia era fazer texto alternativo à anistia. O relator da proposta, Paulinho da Força (SD-SP), disse que ideia era ser uma solução intermediária para militantes e políticos bolsonaristas que queriam uma anistia para todos os condenados pelos crimes que culminaram nos ataques aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A proposta foi aprovada pela Câmara na quarta-feira.

Militantes chegaram a armar bombas no aeroporto. Entre 30 de outubro de 2022 e 8 de janeiro de 2023, militantes bolsonaristas fecharam rodovias, atacaram a sede da Polícia Federal, fizeram piquetes em frente a quartéis do Exército, armaram bomba no aeroporto de Brasília, invadiram hotéis e, por fim, quebraram prédios públicos na Praça dos Três Poderes na capital: Planalto, Câmara, Senado e Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo, mostram os acórdãos de julgamento do STF, era uma tentativa de golpe de Estado para impedir Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de tomar posse. Mais de 1.000 pessoas foram presas apenas em 8 de janeiro de 2023.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/

CPMI do INSS quebra sigilo de Vorcaro e encontra contato de Moraes e esposa

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Banco Master, de Vorcaro, manteve contrato de R$ 129 milhões com escritório da esposa de Alexandre de Moraes

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS começou a receber o sigilo telemático do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e investigado no âmbito da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.

Entre os números da lista de contato de Vorcaro está o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, revela documento obtido pela coluna.

A esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, foi contratada pelo Banco Master por R$ 3,6 milhões ao mês, em um total de R$ 129 milhões, conforme revelou a colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. O acordo previa a defesa de interesses junto ao Banco Central, à Receita Federal e ao Congresso Nacional.

Fonte: https://www.metropoles.com/ Colaborou Igor Gadelha.

Eike Batista comemora venda de R$ 26 bilhões após uma década em baixa

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Um ex-projeto do empresário Eike Batista, composto pelo Porto Sudeste e pela mina Morro do Ipê, deve ser vendido em 2026 por US$ 5 bilhões, cerca de R$ 26 bilhões. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Eike comentou: “Estão falando em uma venda de 5 bilhões de dólares, é isso mesmo. Só de royalties ele gera mais de 150 milhões de dólares por ano, um royaltie desse vale 3 bilhões e de estrutura mais uns 2 bilhões. Esse projeto é só um de 20”.

Embora ele não seja mais o dono dos ativos, Batista destacou que foi o responsável por criar e estruturar o projeto. A venda está sendo organizada pelos bancos UBS e Goldman Sachs, com o processo competitivo relançado para potenciais compradores analisarem os números.

O primeiro passo envolve a entrega de propostas não vinculantes, prevista para o primeiro trimestre de 2026. Antes disso, em dezembro, interessados deverão assinar os termos de confidencialidade, os chamados NDA (non disclosure agreement), para garantir sigilo durante a análise dos ativos.

Detalhes do projeto e potenciais compradores

O Porto Sudeste é um terminal portuário localizado no Estado do Rio de Janeiro, com capacidade para escoar até 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. A mina Morro do Ipê está situada em Minas Gerais, na divisa com o Rio, e é integrada ao terminal portuário, o que aumenta a eficiência logística do projeto.

Os ativos pertencem atualmente à Mubadala Capital, fundo soberano de Abu Dhabi, e à multinacional Trafigura. A origem dos projetos remonta à antiga MMX, mineradora fundada por Eike Batista. Após a quebra do empresário em 2014, a Mubadala herdou participação direta nos ativos e, agora, busca realizar a venda após ultrapassar o prazo de desinvestimento.

Inscrições para o concurso do IBGE com mais de 70 vagas na região são prorrogadas; veja como participar

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IBGE oferece mais de 70 vagas na região — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/ARQUIVO

As inscrições para o concurso público do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram prorrogadas e agora podem ser feitas até 17 de dezembro. São oferecidas mais de 70 vagas em cidades da área de cobertura do g1 Vales. (Veja lista abaixo)

Em todo o país, são mais de 9 mil vagas temporárias de nível médio para os cargos de Agente de Pesquisas e Mapeamento e Supervisor de Coleta e Qualidade.

Inicialmente, o prazo terminaria nesta quarta-feira (11), mas a data foi alterada. A aplicação das provas também foi atualizada e está marcada para 1º de março de 2026.

As informações foram divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do concurso, em um comunicado publicado na tarde desta quarta-feira (10). Os interessados devem acessar o site oficial da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso.

Veja as vagas na região

Agente de Pesquisas e Mapeamento

Funções: realização de coleta de dados estatísticos em domicílios e estabelecimentos, apoio a levantamentos geográficos e cartográficos, registro e transmissão das informações em sistemas eletrônicos e elaboração de relatórios.

Remuneração inicial: R$ 2.676,24.

Supervisor de Coleta e Qualidade

  • Aimorés (5)
  • Almenara (5)
  • Capelinha (4)
  • Caratinga (4)
  • Governador Valadares (7)
  • Guanhães (6)
  • Ipatinga (8)
  • Jequitinhonha (4)
  • Manhuaçu (5)
  • Mantena (5)
  • Teófilo Otoni (7)

Funções: planejamento e gestão das atividades de coleta, supervisão das equipes, controle da qualidade dos dados, avaliação técnica de questionários e elaboração de relatórios.

Requisito adicional: possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B dentro da validade.

Remuneração inicial: R$ 3.379,00.

Para ambos os cargos, são assegurados benefícios como Auxílio Alimentação (no valor de R$ 1.175); Auxílio Transporte; Auxílio Pré-escolar; férias proporcionais e 13º salário proporcional.

Justiça cassa mandato do prefeito eleito de Ladainha por esquema de cirurgias e consultas médicas

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Prefeito Ronan Jardim Cesar — Foto: Instagram/Reprodução

A Justiça Eleitoral da 270ª Zona Eleitoral de Teófilo Otoni cassou, nesta quinta-feira (11), os diplomas do prefeito eleito de Ladainha, Ronan Jardim César, e da vice-prefeita eleita, Telma Marçal Costa. A decisão reconhece a prática de abuso de poder econômico, abuso de poder político e captação ilícita de sufrágio durante as eleições municipais de 2024.

A sentença foi proferida pelo juiz eleitoral Alair Soares Mendonça, em uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) apresentada pelos candidatos adversários da coligação “Juntos Somos Mais Fortes”.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

Esquema de cirurgias, consultas e transporte de eleitores

De acordo com a decisão, ficou comprovado que Ronan intermediou e viabilizou centenas de procedimentos médicos gratuitos para moradores de Ladainha. As cirurgias e consultas incluíam catarata, bariátrica, ortopedia e diversos exames, realizados em clínicas e hospitais de Governador ValadaresBelo Oriente e Itanhomi.

A sentença aponta que:

  • Pacientes eram agendados sem passar pela regulação oficial do SUS;
  • Muitos não sabiam como foram incluídos nas listas;
  • Ronan aparecia oferecendo “ajuda” e organizando atendimentos;
  • O número de procedimentos para moradores da cidade cresceu quase 300% em 2024;
  • O transporte dos pacientes era feito por veículos e motoristas ligados ao posto de combustíveis do prefeito eleito.

O juiz afirmou que moradores da zona rural, especialmente os mais humildes, dificilmente conseguiriam acesso a essas cirurgias sem intermediação, reforçando a atuação direta de Ronan.

“Esquema sistematizado” para captar votos

Para o magistrado, os fatos não foram episódios isolados, mas um “esquema muito bem estruturado de cooptação de eleitores”. O objetivo seria criar a percepção de que Ronan era mais eficiente que o próprio sistema público de saúde.

Na sentença, o juiz citou relatos de pacientes e motoristas e trechos de áudios atribuídos ao investigado, como:

“Nós vamos fazer muitas cirurgias ano que vem… O negócio lá tá liberado pra nós.”

Segundo o magistrado, a utilização massiva de serviços médicos gratuitos comprometeu a igualdade entre os candidatos e afetou a liberdade do voto.

Hospitais negam ingerência política

Os hospitais mencionados no processo informaram que não houve irregularidade ou contrapartida política. No entanto, segundo divulgado pelo Justiça Eleitoral, relatórios enviados por eles mesmos demonstraram um aumento atípico de atendimentos de moradores de Ladainha em 2024.

O juiz concluiu que não ficou comprovado pagamento direto pelos procedimentos, mas considerou “incontestável” que Ronan articulava agendamentos, encaminhava pacientes e organizava transportes.

Manipulação do SUS não foi atribuída ao candidato

A sentença também analisou relatos de alterações irregulares em cadastros do SUS, que teriam vinculado pacientes a municípios fictícios. Apesar das suspeitas, o juiz entendeu que não havia provas de que essa prática beneficiou diretamente os investigados ou que estivesse ligada ao esquema das cirurgias.

Decisão e consequências

Com base nas provas, o juiz determinou:

  • Cassação dos diplomas do prefeito e da vice-prefeita eleitos;
  • Inelegibilidade por 8 anos para Ronan;
  • Reconhecimento da prática de captação ilícita de votos.

A decisão é de primeira instância, e os investigados ainda podem recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).

Caso o TRE-MG mantenha a cassação, o município poderá ter eleições suplementares.

O que diz o prefeito

Em nota enviada ao g1, o prefeito Ronan Jardim César afirmou:

“Recebo com tranquilidade e respeito a decisão proferida pelo Douto Juiz Eleitoral da Zona Eleitoral de Teófilo Otoni.

A sentença não produz efeitos automáticos, sendo certo que há a manutenção do cargo até a decisão superior, pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Serão apresentados os recursos necessários, para que se deixe claro que nenhum ilícito foi cometido.

Confio que os fatos serão totalmente esclarecidos perante o Tribunal.

Frisa-se: não há desvio de verbas, má utilização de recursos públicos.

Sigo no mandato que me foi outorgado pelo povo de Ladainha, acreditando serenamente de que a vontade popular, que me elegeu prefeito, sobressairá.

Meu foco total e compromisso é com os Ladainhenses, que foram abandonados nos últimos 4 (quatro) anos, e que precisam de cuidado!

A cidade precisa de desenvolvimento, e é isso que estamos trazendo.

Esse assunto, deixo com meus advogados.”

Fonte:

disputa pela sucessão de Zema em Minas Gerais, segundo pesquisa

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Pesquisa Ipsos-Ipec testa Lula contra Flávio, Michelle e Tarcísio; veja os resultados

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A sondagem contou com 2.000 entrevistas em 131 municípios entre a última quinta-feira 4 e a segunda-feira 8

Uma pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta terça-feira 9 testou quatro cenários para a eleição presidencial de 2026. O presidente Lula (PT) lidera todas as projeções, e a potencial adversária que mais se aproxima do petista é a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL)  ainda assim, a distância é de 15 pontos percentuais.

A sondagem contou com 2.000 entrevistas em 131 municípios entre a última quinta-feira 4 e a segunda-feira 8. A maior parte do trabalho de campo ocorreu, portanto, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciar, na tarde de sexta-feira, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) o escolheu como seu candidato ao Palácio do Planalto no ano que vem.

Confira os resultados do levantamento:

Cenário 1 — Lula lidera por 21 pontos:

 

  • Lula (PT): 38%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 17%
  • Ratinho Junior (PSD): 9%
  • Ronaldo Caiado (União): 5%
  • Romeu Zema (Novo): 3%
  • Brancos/Nulos: 19%
  • Não sabem/Não responderam: 8%

Cenário 2 — Lula lidera por 19 pontos:

  • Lula (PT): 38%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 19%
  • Ratinho Junior (PSD): 9%
  • Ronaldo Caiado (União): 7%
  • Romeu Zema (Novo): 5%
  • Brancos/Nulos: 17%
  • Não sabem/Não responderam: 6%

Cenário 3 — Lula lidera por 15 pontos:

  • Lula (PT): 38%
  • Michelle Bolsonaro (PL): 23%
  • Ratinho Junior (PSD): 8%
  • Ronaldo Caiado (União): 5%
  • Romeu Zema (Novo): 4%
  • Brancos/Nulos: 16%
  • Não sabem/Não responderam: 5%

Cenário 4 — Lula lidera por 20 pontos:

  • Lula (PT): 38%
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 18%
  • Ratinho Junior (PSD): 9%
  • Ronaldo Caiado (União): 7%
  • Romeu Zema (Novo): 5%
  • Brancos/Nulos: 17%
  • Não sabem/Não responderam: 6%

“Lula aparece com um piso consistente de 38% independentemente do adversário. Os nomes da direita próximos ao ex-presidente performam em patamar similar, o que sugere que a definição do candidato tende a reorganizar votos dentro do mesmo campo, mais do que ampliar o alcance atual”, avalia Márcia Cavallari, diretora da Ipsos-Ipec. “Há espaço para movimentos, mas o ponto de partida da disputa não se altera.”

 

A pesquisa também mediu a rejeição dos potenciais candidatos. Lula marca 44%, ante 35% de Flávio, 32% de Eduardo, 30% de Michelle, 13% de Ratinho, 13% de Zema, 11% de Tarcísio e 10% de Caiado. Outros 7% disseram não saber ou não responderam, enquanto 1% respondeu que poderia votar em todos. Cada entrevistado podia citar mais de um nome na resposta.