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🎄✨ O Natal Luz Nanuque 2025 já vai começar!

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E eu quero convidar cada família da nossa cidade para viver esse momento especial com a gente.

No dia 19 de novembro, às 18h, na Praça da Bíblia, vamos abrir oficialmente o Natal Luz um tempo de encanto, união e esperança pra todos os nanuquenses.

Venha celebrar com sua família e sentir de perto a magia do Natal na nossa cidade! 💛🎅✨

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O deputado federal Eros Biondini votou contra o projeto de lei antifacção

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Em Minas Gerais, o mineiro foi o único deputado de direita a votar “não”

Por: EM TEMPO
postado em 19 de novembro de 2025
O deputado federal Eros Biondini (PL-MG) votou contra o projeto de lei antifacção (PL 1.984/2011), que endurece penas para organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho. A votação do texto-base ocorreu na noite desta terça-feira, 18 de novembro de 2025, na Câmara dos Deputados, e o projeto foi aprovado por 370 votos a favor, 110 contra e 3 abstenções.

O deputado federal Eros Biondini votou contra o projeto de lei antifacção

Deputado Eros Biondini na tribuna da Câmara dos Deputados – Foto: divulgação

Biondini e João Carlos Bacelar (PL-BA) foram os únicos parlamentares do Partido Liberal a se posicionar contra a proposta, apesar do amplo apoio dentro da própria sigla. Em Minas Gerais, o mineiro foi o único deputado de direita a votar “não”. Entre os representantes do estado, 38 votaram a favor, enquanto 13 foram contrários e 2 não registraram voto. O texto segue agora para o Senado.

A votação também expôs divergências internas em algumas bancadas mineiras. No Avante, apenas André Janones votou contra, destoando dos quatro colegas que apoiaram o projeto. No PDT, houve novo contraste: enquanto Mário Heringer votou a favor, Duda Salabert rejeitou a proposta, ilustrando a diversidade interna da legenda no estado.

De maneira geral, a bancada de Minas acompanhou a maioria do plenário, com apoio massivo ao endurecimento das regras contra facções criminosas. Parlamentares de PL, PSD, Avante, Republicanos, PP e PRD votaram majoritariamente a favor, enquanto deputados do PT e do PSOL se posicionaram contra.

“Votou errado”, diz deputado

No PL, que registrou nove votos pelo “sim”, apenas Eros Biondini votou “não”. Após a sessão, o deputado afirmou que o voto contrário foi um erro, causado por instabilidade de conexão de internet enquanto estava em trânsito.
“Sou totalmente a favor de classificar esses narcoterroristas como terroristas no Brasil. Corrigi através de ofício o meu voto por estar em trânsito e ter me confundido ao teclar”, declarou nas redes sociais.

Cruzeiro tenta isentar clube e coloca Gabigol no centro de processo aberto por Milton Nascimento

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Time mineiro afirma que apenas compartilhou vídeo do jogador e nega violação de direitos autorais envolvendo a música Clube da Esquina nº 2

O processo movido por Milton Nascimento contra o Cruzeiro por uso indevido da música Clube da Esquina nº 2 ganhou um rumo inesperado. Segundo informações divulgadas pelo Bahia Notícias e pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o Cruzeiro afirmou à Justiça que a responsabilidade pela publicação é de Gabigol, protagonista do vídeo que utilizava a canção.

Cruzeiro tenta isentar clube e coloca Gabigol no centro de processo aberto por Milton Nascimento
Cruzeiro tenta isentar clube e coloca Gabigol no centro de processo aberto por Milton Nascimento

Foto: @ggaleixo / Cruzeiro / Famosos e Celebridades

A ação segue na 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Nela, a gravadora de Milton pede indenização por danos materiais, enquanto os autores da música, o próprio Milton Nascimento, Márcio Borges e o recentemente falecido Lô Borges, cobram R$ 50 mil cada pelo uso sem autorização na peça que anunciava Gabigol como reforço do Cruzeiro.Em sua defesa, o Cruzeiro negou ter cometido qualquer irregularidade e explicou que apenas compartilhou um conteúdo originalmente publicado pelo jogador. “Não houve qualquer violação autoral por parte do clube. O vídeo foi postado pelo atleta com áudio retirado da própria galeria musical do Instagram, disponível a todos os usuários, incluindo referenciais claros aos criadores da obra”, afirmou o clube. Enquanto o processo avança, Milton Nascimento passou a sofrer ataques nas redes sociais. A equipe do cantor lamentou a onda de comentários ofensivos e garantiu que medidas legais já estão em andamento. “Lamentamos profundamente o ódio destilado contra Milton, com ataques etaristas e ofensivos que nada têm a ver com o mérito da questão. Comentários criminosos estão sendo registrados, e todas as providências cabíveis serão tomadas. A internet não é terra sem lei”, afirmou a assessoria. Com o Cruzeiro, Gabigol e o legado do Clube da Esquina envolvidos na disputa, a ação deve continuar rendendo novos capítulos nos próximos dias.

Fonte: https://www.terra.com.br/

Dino dá 10 dias para PGR se manifestar sobre uso de emenda para pagamento de pessoal da saúde

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O ministro é o relator do processo que questiona o chamado orçamento secreto

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste em até 10 dias sobre a Resolução nº. 002/2025, do Congresso Nacional, que permite o uso de recursos das emendas de comissão e de bancada para pagamento de pessoal da área da saúde. Dino é o relator da ADPF que discute a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares.

A Unidade de Auditoria Especializada em Saúde do Tribunal de Contas da União defendeu que o recurso vindo de emendas não deveria ser utilizado para pagamento de salário dos profissionais da saúde, já que as emendas possuem destinação provisória ou temporária, enquanto as despesas com pessoal são permanentes e continuadas.

Por outro lado, o TCU entendeu que o recurso pode ser utilizado para as Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) que inclui compra de medicamentos e equipamentos, investimento em infraestrutura e em vigilância sanitária e epidemiológica.

Com isso, o Tribunal determinou ao Ministério da Saúde que revisasse em até 60 dias os seus normativos para explicitar a vedação do uso de emendas neste caso. Mas, após apresentação de embargos infringentes pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, o Tribunal revogou a decisão anterior e considerou que o tema precisa ser melhor discutido.

Emendas em Rondônia

O ministro determinou ainda que o Ministro da Saúde e o Secretário de Estado da Saúde de Rondônia prestem esclarecimentos em até 15 dias sobre os obstáculos que impedem a execução das emendas parlamentares. Dino quer entender o que causou a paralisação no uso desse recurso no estado.

O senador Confúcio Moura (MDB), informou ao ministro que as emendas parlamentares destinadas ao Hospital Santa Marcelina, em Rondônia, não estavam sendo repassadas. Os recursos estavam paralisados há quase um ano na espera da liberação da Secretaria de Estado de Saúde de Rondônia.

O órgão questionou o Supremo se o Tribunal de Contas do Estado deveria editar um novo normativo para cumprir as determinações da Corte sobre o tema. O relator não apreciou o pedido de esclarecimento e sugeriu que o debate sobre se a lei existente é suficiente deve ser feito por cada Tribunal de Contas competente.

Para o ministro Rogerio Schietti, do Superior Tribunal de Justiça, a preguiça e a irresponsabilidade de julgadores brasileiros, que não aplicam a jurisprudência sobre o reconhecimento pessoal, têm levado à manutenção de prisões injustas e acusações infundadas.

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Para o ministro Rogerio Schietti, do Superior Tribunal de Justiça, a preguiça e a irresponsabilidade de julgadores brasileiros, que não aplicam a jurisprudência sobre o reconhecimento pessoal, têm levado à manutenção de prisões injustas e acusações infundadas.

“Pessoas inocentes estão ficando presas pela irresponsabilidade de profissionais que deveriam honrar o salário que recebem, mas que estão se curvando à preguiça ou à falta de zelo para perseguir um entendimento que já há cinco anos é ultrapassado.”

O desabafo foi feito durante a sessão da 6ª Turma do STJ desta terça-feira (11/11), no julgamento de um recurso especial contra acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que manteve a condenação de um homem vítima de injustiça sistêmica.

Um porteiro foi acusado de mais de 70 crimes exclusivamente com base em uma foto retirada de seu perfil na rede social Facebook e apresentada pela polícia fluminense em um “álbum de suspeitos”.

Em 2023, a 3ª Seção do STJ reconheceu a violação sistemática das garantias processuais do homem, pois o reconhecimento pessoal em todos esses casos não foi feito como determina o artigo 226 do Código de Processo Penal. Desde 2020, o STJ entende que o reconhecimento por foto não substitui o ato pessoal e não pode servir como prova. Neste ano, a posição se tornou vinculante.

Segundo a lei, a pessoa que vai reconhecer um suspeito precisa ver pessoas semelhantes colocadas lado a lado e apontá-la sem sombra de dúvida.

Quando o STJ analisou o caso do suspeito, determinou à Justiça do Rio a revisão de todos os processos em que ela era acusado. Até o momento, houve absolvição em 51 deles, rejeição de duas denúncias, uma impronúncia e duas revisões criminais procedentes.

Restam ainda 14 anotações em sua ficha criminal. Uma delas foi desfeita pela 6ª Turma do STJ na terça, com o provimento ao recurso especial da Defensoria Pública do Rio.

Relator do recurso, Schietti destacou que esse erro judiciário acabou com a vida do porteiro: aos 32 anos, ele continua com a pecha de criminoso, passou três anos preso, perdeu convívio com a filha pequena e vive enclausurado em casa, ainda alvo de processos criminais.

Fonte: Revista Conjur.

Afastamento de juiz Eduardo Appio desrespeita garantias constitucionais, diz OAB-RJ

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A Comissão Especial de Estudo e Combate ao Lawfare da seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil manifestou preocupação com a condução da investigação preliminar instaurada no Tribunal Regional Federal da 4ª Região que resultou no afastamento do juiz federal Eduardo Appio.

Em nota, a comissão afirmou que a medida foi tomada sem a observância das garantias constitucionais, sem ciência prévia do conteúdo investigativo e sem o respeito às prerrogativas funcionais da magistratura.

A entidade também alerta para a abertura de

sindicância pela Polícia Civil de Santa Catarina sem competência constitucional, medida que fere o foro apropriado e ultrapassa limites institucionais.

A nota diz que a divulgação seletiva de informações, antes de qualquer comprovação de autoria ou materialidade, gera exposição indevida e compromete a finalidade do processo investigativo, criando ambiente de pré-condenação.

Leia a seguir a íntegra da nota:

A comissão reitera seu compromisso com a independência judicial e defende que as apurações ocorram de forma imparcial, com estrita observância às garantias legais e aos parâmetros constitucionais.

A Comissão Especial de Estudo e Combate ao Lawfare da OABRJ repudia a condução da investigação preliminar instaurada junto ao TRF4 que culminou com o afastamento do juiz federal Eduardo Appio. O afastamento ocorreu sem respeito ao devido processo legal, sem ciência prévia do conteúdo investigativo e sem garantia das prerrogativas funcionais de magistrado federal. A abertura de uma sindicância pela Polícia Civil de Santa Catarina, sem observância da competência constitucional, violou foro próprio e desrespeitou limites institucionais.

O uso de informações vazadas de forma seletiva para veículos de comunicação gerou exposição indevida, antes de qualquer comprovação objetiva de autoria ou materialidade. Esse método desvirtua a finalidade de um procedimento investigativo e cria ambiente de pré-condenação, incompatível com a ordem constitucional e com os parâmetros de responsabilização de agentes públicos. A repercussão gerada atingiu a honra do magistrado e produziu efeito assimétrico em relação à inexistência de provas conclusivas sobre os fatos narrados.

Esse tipo de ação evidencia desvio de finalidade e caracteriza a prática de lawfare, com impacto direto sobre a independência judicial e segurança institucional. A OABRJ reafirma seu compromisso em defesa da magistratura independente e reitera a necessidade de uma investigação imparcial, com a devida a observância das garantias constitucionais.

Rio de Janeiro, 14 de novembro de 2025
Luciano Bandeira de Tolla
Presidente da Comissão Especial de Estudo e Combate ao Lawfare

Vice-governador de Minas acusa União de se comportar como ‘agiota’ em cobrança de dívida

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Mateus Simões (PSD) participou de seminário sobre a situação fiscal de Minas Gerais promovido por O TEMPO

Como o Planalto recebeu resultado da pesquisa Quaest sobre Lula

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira (12/11) apontou oscilação da aprovação e desaprovação de Lula dentro da margem de erro

Integrantes do Palácio do Planalto minimizaram o resultado da nova pesquisa Genial/Quaest sobre o desempenho do governo e do presidente Lula, divulgada nesta quarta-feira (12/11).

Segundo o levantamento, o desempenho pessoal de Lula se manteve estável. Entre outubro e novembro, a aprovação do petista oscilou de 48% para 47%. Já a desaprovação foi de 49% por 50%.

Auxiliares do presidente Lula ressaltam que a “estabilidade” já era esperada. Para essas fontes, o resultado não foi ruim porque as oscilações ficaram dentro da margem de erro.

A aposta de assessores de Lula é de que o governo deve conseguir reverter a impressão negativa da população em relação às falas do petista sobre a recente megaoperação no Rio de Janeiro.

Segundo a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 57% dos entrevistados pelo levantamento discordaram do presidente da República, que classificou a ação como “desastrosa”.

Deputados ampliam lista de órgãos que integram as ‘Forças de Segurança’ de Minas Gerais

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Medida abre possibilidade para realização de novos concursos nos órgãos contemplados

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