Esta medida, que segue diretamente o pedido da defesa do senador petista, representaria mais um golpe na Operação Lava Jato, permitindo que evidências sobre os esquemas de corrupção sejam descartadas.
Este caso envolve irregularidades em um empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a realização de obras da Arena Fonte Nova, na capital baiana, no período de gestão do então governador da Bahia Jaques Wagner, em 2014, quando a Odebrecht e a OAS foram contratadas.
Opositores e críticos veem esta anulação como uma proteção indevida aos aliados do atual governo Lula, o que enfraquece a luta contra a corrupção e gera questionamentos acerca da imparcialidade do Judiciário.
Esta nova decisão de Toffoli não apenas suspende suspende o uso dessas provas, como também abre precedentes para a extinção de ações parecidas, contra outros alvos das investigações da Lava Jato.
Mesmo com os argumentos da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que este processo não dependeria exclusivamente desse material, a defesa de Jaques Wagner conseguiu “contaminar” o suporte probatório, incluindo laudos e relatórios derivados, podendo resultar na absolvição sumário do senador.






