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domingo, 30, novembro, 2025
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Investigação revela movimentação de R$ 21 milhões em esquema chefiado por detento em MG

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Uma operação conjunta do Ministério Público, por meio do Gaeco, com apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil, desarticulou nesta terça-feira (29) uma organização criminosa com base em Governador Valadares. Mesmo detido, um dos líderes do grupo comandava o esquema de dentro da prisão, com apoio da companheira, que usava nome falso e movimentou mais de R$ 21 milhões em transações financeiras suspeitas.

Batizada de Operação Terceira Estação, a ação cumpriu medidas cautelares em Governador Valadares, Belo Horizonte, Uberlândia e também em Cariacica, no Espírito Santo. Três pessoas foram presas em flagrante, e mais de R$ 10 mil foram apreendidos em espécie — parte deles escondida em uma lata de lixo. Também foram encontrados revólveres, drogas, balanças de precisão e anotações sobre o tráfico.

Investigação revela movimentação de R$ 21 milhões em esquema chefiado por detento em MG — Foto: Ministério Público de Minas Gerais/Divulgação

Investigação revela movimentação de R$ 21 milhões em esquema chefiado por detento em MG — Foto: Ministério Público de Minas Gerais/Divulgação

Segundo as investigações, mesmo preso em Governador Valadares e, posteriormente, em Ribeirão das Neves, o detento continuava exercendo papel de liderança. Ele é suspeito de ordenar crimes de dentro da penitenciária, entre eles um homicídio por overdose em 2023: outro detento teria consumido toda a cocaína que havia roubado do chefe do esquema, sob ameaça.

A companheira do preso é apontada como peça-chave do grupo. Com mais de 34 anos de condenações por tráfico e roubo a bancos, ela vivia com identidade falsa e tinha contas em diversos bancos. Usando esse nome fictício, movimentou os R$ 21 milhões que agora estão sob investigação.

Estrutura articulada

A operação revelou ainda o uso de métodos sofisticados de ocultação patrimonial, como o uso de contas laranja, cartões bancários em nome de terceiros e até a guarda de dinheiro em locais inusitados. Ao todo, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 10,7 milhões.

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